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Ações

Ações representam uma fração do capital social de uma empresa. Ao comprar uma ação o investidor se torna sócio da empresa, ou seja, de um negócio. Passa a correr os riscos deste negócio bem como participa dos lucros e prejuízos como qualquer empresário.  Ao comprar ações, você se torna sócio de grandes empresas, mas não tem garantia de rentabilidade. Por isso, o mercado de ações é considerado um investimento de risco. O risco está relacionado aos ativos em que você investe.

COE

O COE – Certificado de Operações Estruturadas – é um tipo de investimento que combina elementos de Renda Fixa e Renda Variável, com retornos atrelados a ativos e índices, como câmbio, inflação, ações e ativos internacionais. O COE é estruturado com base em cenários de ganhos e perdas, selecionados de acordo com o perfil de cada investidor. É a versão brasileira das Notas Estruturadas, muito populares na Europa e nos Estados Unidos. O COE é montado através da combinação de um título de crédito emitido por uma instituição financeira com estratégias em derivativos. Ao criar o COE, o emissor estrutura pacotes de cenários para o desempenho de um ativo ou indexador, que pode ser tanto nacional como internacional. O COE é sempre emitido por um banco e registrado na Cetip.

Fundos de investimentos

Tipo de aplicação financeira que reúne recursos de um conjunto de investidores (cotistas), permitindo assim investir em uma variada cesta de ativos, em diferentes mercados. Esta carteira pode englobar Títulos de Renda Fixa, Títulos Públicos, Títulos Cambiais, Derivativos, Commodities, Ações, entre outros. Todo o dinheiro aplicado no Fundo de Investimento é convertido em cotas. Cada cotista possui um número de cotas proporcional ao valor total de seus investimentos. O valor da cota é atualizado diariamente e o cálculo do saldo do cotista é feito multiplicando o número de cotas adquiridas pelo valor da cota no dia. O patrimônio de um Fundo de Investimento é a soma de todos os recursos aplicados por seus diferentes investidores.

A administração e a gestão do Fundo são realizadas por profissionais capacitados (gestores), sendo o Fundo de Investimento regido por um regulamento. Esta alternativa de investimento apresenta diversas vantagens, em relação a investir individualmente.

Renda fixa

É o investimento realizado diretamente em Títulos Públicos e Privados de Renda Fixa. Quando você compra um título de Renda Fixa, você está emprestando dinheiro ao emissor do papel, que pode ser um banco, uma empresa ou mesmo o Governo. Em troca, recebe uma remuneração por um determinado prazo, na forma de juros e/ou correção monetária, podendo receber, ainda, parcelas chamadas amortizações.

Tipos de investimento em Renda Fixa:

– Certificado de Depósito Bancário (CDB): Os CDBs são títulos nominativos emitidos pelos bancos e caixas econômicas vendidos aos investidores como forma de captação de recursos do emissor.

– CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio): Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio estão vinculados a direitos creditórios originários de negócios realizados, em sua maioria, por produtores rurais ou suas cooperativas, relacionados ao financiamento da atividade agropecuária.

– CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários): Os Certificados de Recebíveis Imobiliários são títulos lastreados em créditos imobiliários, representativos de parcelas de um direito creditório.

– Debêntures: As debêntures são valores mobiliários que representam dívidas de médio e longo prazos de Sociedades Anônimas (emissoras).

– LCA (Letra de Crédito do Agronegócio): Título emitido por instituições financeiras públicas e privadas, vinculado a direitos creditórios originários do agronegócio.

– LCI (Letra de Crédito Imobiliário): Instrumento de captação que pode ser emitido por instituições autorizadas pelo Banco Central, com objetivo de financiar o setor imobiliário que tem como lastro financiamentos imobiliários garantidos por hipoteca ou alienação fiduciária do imóvel.

– Letra Financeira: Instrumento de captação de recursos exclusivo das instituições financeiras

Tesouro direto

O Tesouro Direto é um dos investimentos mais populares do Brasil. Um dos motivos para isso é o fato de o programa realizar a negociação de títulos públicos, que são os títulos mais seguros do mercado. Além disso, o Tesouro Direto oferece diversas opções de títulos que podem se adequar aos seus diferentes objetivos financeiros, sejam eles de curto ou longo prazo. Tesouro Direto é um programa do Governo Federal desenvolvido em 2002 através de uma parceria entre o Tesouro Nacional e a B3 (antiga BM&FBovespa). O objetivo desse programa é facilitar o acesso de pessoas físicas à investimentos em títulos públicos através da internet. Os títulos públicos são uma forma do governo captar dinheiro para a sua gestão, como por exemplo para as áreas da saúde, educação e infraestrutura. Antes desse programa, era difícil e menos rentável investir no Tesouro Direto, pois só era possível fazê-lo através de fundos de investimento em renda fixa, ou seja, de forma indireta. Com R$ 30 já é possível começar a investir no Tesouro Direto. Ao comprar um título, o Tesouro Nacional paga juros sobre o valor investido durante o tempo da aplicação.

Fundo imobiliário

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) são formados por grupos de investidores com o objetivo de aplicar recursos em diversos tipos de investimentos imobiliários, seja no desenvolvimento de empreendimentos ou em imóveis já prontos, como edifícios comerciais, shopping centers e hospitais. O objetivo é conseguir retorno pela exploração de locação, arrendamento, venda do imóvel e demais atividades do setor.

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